terça-feira, outubro 17, 2006

Filosofia de agenda



Uma das formas de sentir que o tempo passou é olhar a nossa agenda. Ver que daquele monte de folhas em branco que existiam no começo do ano, restam apenas umas poucas...

Folhas que estavam ali prontas para serem escritas e para receber desejos, projetos, planos, metas... E a gente olhava ali, pro final dela, e pensava que demoraria tanto a passar. Mas passou.
E continua passando!

Porque mesmo que um ano pareça tempo demais pra alguns, ele é curto para realização de todos os nossos projetos.

Já disseram por aí que grandes demais são os sonhos e pequenas são as pessoas... Mas talvez todo o tempo do mundo seja insuficiente para que todos eles sejam realizados.
Ainda bem que existem alguns capítulos para serem escritos que podem mudar o rumo dessa história...

Indicação

Tenho dois filmes para indicar. Eles não são novidade e talvez alguns já tenham assistido. Mas pra quem não viu:

Em busca da terra do nunca (Falar da história do Peter pan pra uma mulher que ainda “teima” em ser menina foi combinação na certa. Indicado pra todos os que esqueceram de crescer ou pra os que já cresceram e perderam um pouco da magia de ser criança.)

Tudo acontece em Elizabethtown (Comédia romântica que não se resume a uma historinha boba de paixão, mas que contém uma bela lição de vida! Vale a pena assistir!)

E pra quem consegue suportar algumas horinhas de leitura no computador, recomendo o Livro Antes Só. Ele encontra-se postado na comunidade do orkut http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=11365717, dividido por capítulos em vários tópicos do fórum. Não se trata de um livro de auto-ajuda, com conselhos para suportar a solidão, mas de um relato de um homem solitário...
Impossível não se identificar com algum trecho!

“Assim com o cigarro que beijo e a tulipa do chope que me beija, mais triste que sair sozinho é sozinho voltar. De barriga cheia e coração vazio, uma lágrima ensaia marejar-me os olhos.”

“Flor perfeita e eterna, que no agora, assim está. E o depois fica para depois. Porque se depois o amor acabar, se a flor murchar, se a esperança despetalar...Não há dor alguma nisso.Porque nesse depois, a flor será outra, o jardim será outro, e eu também outro serei.E quando esse outro momento vier, não se chamará futuro, não se chamará depois.Chamar-se-á "novo presente".

Ouvindo: “Mas daqui a um mês quando você voltar, a lua vai estar cheia e no mesmo lugar.” Biquíni Cavadão

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